O Museu Norte-Americano em Memória das Vítimas do Holocausto: Um Desafio – Robert Faurisson

19 Ott

O Museu Norte-Americano em Memória das Vítimas do Holocausto: Um Desafio

 

Por Robert Faurisson

 

 

A questão da existência ou não existência das câmaras de gás Nazis é de uma importância histórica considerável. Se as câmaras de gás existiram, elas fornecem a evidência que os Alemães tentaram exterminar fisicamente os Judeus; por outro lado, se elas não existiram, não temos nenhuma evidência dessa tentativa de extermínio. Pierre Vidal-Naquet, um líder Francês anti-Revisionista, não tem ilusões. Para aqueles que tentam desistir da controvérsia das câmaras de gás, ele tem avisado que abandonar as câmaras de gás “é render-mo-nos em campo aberto.” (Nouvel Observateur, 21 de Setembro de 1984, p. 80.) Nós só podemos concordar. As câmaras de gás não são – contrariamente ao que disse, um dia, Jean-Marie Le Pen – um mero detalhe (“point de détail”) da história da Segunda Guerra Mundial. Aqueles que contestam a sua existência estão sujeitos a sanções judiciais em França e em alguns outros países.

Nem poderia o monumental Museu Norte-Americano em Memória das Vítimas do Holocausto situado em Washington, DC, que foi formalmente inaugurado a 22 de Abril de 1993, ignorar por si próprio as câmaras de gás Nazis. A questão mantém-se: Que tipo de representação física desta terrível arma iria o novo Museu fornecer? Nós agora sabemos a resposta, e é espantosa: Para que não faltasse nada, este opulento museu — que custou aos pagadores de impostos Americanos e aos doadores da comunidade Judaica Americana mais de 150 milhões de Dólares — limitou-se a mostrar-nos, um modelo único de câmara de gás homicida, um modelo de câmara de gás do antigo campo de Majdanek na Polónia: uma câmara de gás para… despiolhamento. Como eu explicarei, até Jean-Claude Pressac, autor de um trabalho de 564 páginas publicado em 1989 em cooperação com a Fundação Beate Klarsfeld de Nova Iorque, foi obrigado a reconhecer que aquela sala foi meramente uma câmara de despiolhamento.

Isto não é nada novo. Perto de 1945 os Americanos quiseram retractar quatro câmaras de despiolhamento (desinfestação) do campo de Danchau (Alemanha) como câmaras de gás homicidas.

Os que estavam encarregues do novo Museu do Holocausto em Washington recorreram a uma tão grande impostura, acredito eu, porque foram forçados a isso: eles não foram capazes de oferecer aos visitantes uma representação física, de alguma forma possível, de uma das câmaras, dizemos nós incessantemente, que os Alemães usavam para matar multidões de vítimas.

O meu desafio em Estocolmo e em Washington

A 17 de Março de 1992, eu lancei um desafio às organizações Judaicas de todo o mundo. Nesse dia, depois de chegar a Estocolmo a convite do meu amigo Ahmed Rami, lancei um desafio à escala internacional aos média Suecos. Consiste nesta frase de nove palavras: “Consigam mostrar-me ou desenhar-me uma câmara de gás Nazi!” Estas palavras foram acompanhadas por duas páginas de explicações.

De acordo com as minhas informações, os média Suecos, ansiosos para responder ao meu desafio, contactaram imediatamente todas as fontes possíveis no sentido de obterem fotografias das câmaras de gás Nazis. Para sua consternação, eles descobriram que não existem essas fotografias, e que as instalações ou salas normalmente mostradas aos turistas em Auschwitz e noutros lados como câmaras de gás homicidas não têm nenhuma das características de tais casas de matança química. Apesar dos média Suecos terem lançado inúmeros ataques pessoais contra mim, o meu desafio não foi mencionado num único artigo de jornal, nem uma única palavra foi dita no rádio ou na televisão.

Com o passar dos meses o embaraço aumentou entre aqueles que propagandeavam a tese da exterminação física dos Judeus durante a Segunda Guerra Mundial: daí o frenesim e a agitação que se agarraram às organizações Judaicas em todo o Mundo.

A 21 de Abril de 1993, eu renovei o meu desafio em Washington, desta vez dirigido aos responsáveis do Museu do Holocausto que era para ser inaugurado ali no dia seguinte, com o Presidente Clinton, diversas figuras de estado, e Elie Wiesel na assistência. Entre os responsáveis do Museu, eu tinha em mente e estava a pensar especialmente em Michael Berenbaum, o Director de Investigação do Instituto.

O meu desafio em Washington pode ser resumido ao seguinte:

Amanhã o Museu Norte-Americano em Memória das Vítimas do Holocausto irá ser inaugurado Washington. Eu desafiei as autoridades do Museu a providenciarem-nos uma representação física da câmara de gás mágica. Procurei durante 30 anos por essa representação sem nunca a ter encontrado: nem em Auschwitz, nem em qualquer outro campo de concentração nem num museu, ou num livro; nem num dicionário ou numa enciclopédia; nem numa fotografia, modelo ou documentário.

Claro que fui confrontado com certas tentativas de representação, mas todas elas são ilusórias. Nenhuma resistiu aos exames. Em particular, quando compreendemos os perigos extremos do uso do Zyklon B (um insecticida comercial) ou ácido cianídrico (HCN), rapidamente percebemos que os sítios que por vezes mostram aos turistas como sendo câmaras de gás homicidas nunca poderiam ter servido como casas de matança química sem perigo para as pessoas em volta. Quando nós percebemos a extrema — e inevitável — complexidade de uma câmara de gás para a execução de um simples homem por gás cianídrico numa penitenciária Americana, vemos imediatamente que os locais mostrados como “câmaras de gás” Nazis — aonde, dia após dia, verdadeiras multidões de vítimas eram supostamente mortas — falta hoje (e faltava na altura) ao menos um pouco da maquinaria fantástica que teria sido necessária.

Para além do assunto das selagens das câmaras, um dos mais sérios problemas por resolver tem sido a entrada na câmara saturada de HCN depois da execução para remover os corpos, também eles saturados com o mesmo veneno. O ácido cianídrico penetra na pele, nas membranas mucosas e nos fluidos corporais. O corpo de um homem que acabou de ser morto por este poderoso veneno é ele próprio uma perigosa fonte de envenenamento, e não pode ser tocado com as mãos descobertas. No sentido de entrar na câmara saturada de HCN para remover o corpo, é necessário equipamento especial, assim como uma máscara de gás também com um filtro especial. Porque o esforço físico deve ser mínimo (ele acelera a respiração, reduzindo a eficácia do filtro), é necessário, antes de entrar na área, evacuar o gás, e depois neutralizá-lo. Quanto a este assunto, eu refiro-me a documentos sobre câmaras de gás usadas nas penitenciárias Americanas, que eu publiquei em 1980.[1]

Avisei os responsáveis do Museu Norte-Americano do Holocausto, em particular, Mr. Berenbaum, que amanhã, 22 de Abril de 1993, eles não precisavam oferecer, como prova da existência das câmaras de gás Nazis, uma câmara de gás de desinfestação, uma zona de chuveiros, uma morgue, ou um abrigo subterrâneo. Estou ainda menos interessado numa parte de uma parede, numa porta, numa pilha de sapatos, num fardo de cabelos, ou num monte de óculos. Quero algo que retracte inteiramente uma câmara de gás Nazi, uma que dê uma precisa ideia da sua técnica e operacionalidade.

Evasão e Logro

Eu sabia que este desafio não podia ser respondido porque, por acaso, durante metade de um século eles têm-nos falado das câmaras de gás Nazis sem nunca nos terem mostrado uma. Eu também estava cheio de esperanças de que o Museu iria resumir-se a fazer um estratagema de alguma espécie. Mas que tipo de estratagema?

A resposta viria no dia seguinte, dia 22 de Abril, a data da dedicação formal. (O Museu abriu ao público dia 26 de Abril.) No dia 22, obtive uma cópia de um livro com cerca de 250 de páginas que se apresenta como sendo uma espécie de catálogo do novo Museu. Este livro foi escrito por Michael Berenbaum, e é intitulado The World Must Know: The History of the Holocaust As Told in the United States Holocaust Memorial Museum (“O Mundo Tem Que Saber: A História do Holocausto Como é Contada no Museu Norte-Americano em Memória do Holocausto”) — (1993, XVI + 240 páginas).

Na página 138 existem três fotografias:

  • A primeira mostra-nos latas de Zyklon B e algumas pastilhas também de Zyklon B, que é descrito como um “insecticida altamente venenoso.”
  • A segunda mostra “um pedaço da porta da câmara de gás de em Majdanek … do lado de fora, guardas SS podiam observar a matança através do pequeno postigo.”
  • A terceira fotografia mostra-nos “o interior de uma câmara de gás de Majdanek. As manchas azuis são os restos químicos do Zyklon B.”[2]

A primeira fotografia não prova mais do que os Alemães usaram o insecticida Zyklon B. (Este produto comercial foi usado em todo o Mundo.) A segunda e a terceira fotografia devem ser familiares aos visitantes do antigo campo de Majdanek na Polónia. Eles irão reconhecer a porta exterior e a porta interior, assim como parte do interior da primeira câmara mostrada aos visitantes como sendo uma câmara de gás para execução, apesar desta sala ter todas as características de uma câmara de gás de despiolhamento. A esse respeito, eu não vou citar aqui a minha própria investigação, incluindo as minhas fotografias que mostram a sala por inteiro, incluindo o pequeno anexo contendo um forno para providenciar o calor, que era essencial para a circulação do HCN do Zyklon B. (Na segunda fotografia descrita em cima, a abertura para a admissão do ar aquecido pela fornalha pode ser vista, bem no alto, à direita.) Nem tão-pouco citarei aqui o relatório do especialista Americano em câmaras de gás Fred Leuchter, que conclui definitivamente que esta sala foi uma câmara de gás de despiolhamento aonde, não seres humanos, mas, pelo menos, os piolhos causadores do tifo foram mortos.

A admissão de J.- C. Pressac

Contentar-me-ei referindo-me a Jean-Claude Pressac, protegido da Fundação Beate Klarsfeld e autor do trabalho anti-Revisionista de 1989 Auschwitz: Técnicas e Operações das Câmaras de Gás (um título enganador, a propósito). Aí está, então, a opinião de Pressac sobre a sala que Berenbaum se atreve a retractar como uma câmara de gás homicida: Os tijolos avermelhados e manchados com um azul escuro são para ele [Bernard Jouanneau, um advogado que se opôs a Faurisson num caso de tribunal em 1982 em Paris] a prova material e visível da existência das câmaras de gás homicidas. O problema existente é que a câmara de gás apresentada tem todas as características de uma instalação de DESPIOLHAMENTO. Não estou a dizer que nunca foi usada para matar pessoas, pois isso é possível (aqui, Pressac está enganado. — R.F.[3]) mas os traços de azul Prussiano são a indicação absolutamente certa do seu uso para despiolhamento. (p. 555.) Pressac continua a apontar que a presença de uma vigia (olho mágico) não é prova de uma câmara de gás homicida porque uma câmara de gás para despiolhamento pode ser fornecida com esse olho mágico. Ele conclui: Lamento dizer, e não sou o único no Ocidente, que as câmaras de gás homicidas e/ou de despiolhamento de Majdanek ainda estão à espera de um verdadeiro historiador, o que é ligeiramente preocupante em virtude do facto que o campo caiu intacto nas mãos dos Russos em 1944 (p. 555.) Na página 557 ele apresenta uma fotografia do exterior da câmara de gás em questão e de uma outra câmara de gás localizada no mesmo edifício. De acordo com o texto explicativo, isso é uma fotografia … mostrando uma das câmaras de gás de desinfestação fazendo crer tratar-se de uma câmara de gás homicida. Entre as duas portas com as suas vigias para inspecção, os tijolos mais escuros são de cor azul Prussiano, um sinal do uso prolongado de “Blausäure/ácido azul”, por outras palavras, ácido cianídrico ou prússico vendido como agente de despiolhamento sob o nome de “Zyklon B.” Deve ser salientado que estas câmaras de gás estavam situadas no edifício de Bad und Desinfektion (“Banho e Desinfestação”), localizado à direita da entrada no campo, e perfeitamente à vista.

É compreensível que nas suas “Notas Bibliográficas” (pp. 224-232) Berenbaum não faça menção à página 564 do livro de Pressac.

Um Novo Avanço para o Revisionismo

Em 1978 o Presidente Jimmy Carter estabeleceu uma comissão encarregada em criar um governo central para o museu em memória do Holocausto. Ele escolheu como seu presidente Elie Wiesel, o que forneceu a Arthur Butz a inspiração para um comentário tanto exacto como sarcástico: Era necessário um historiador, mas foi escolhido um “melodramático”. (historiador/histrion)

A escolha de Berenbaum como a autoridade “sábia” do Museu pertence à mesma natureza. Berenbaum é professor adjunto de teologia na Universidade de Georgetown. Quando era pretendido um historiador, foi escolhido um teologista – o que é apropriado porque, de alguns anos a esta parte, em lugar de uma história do “Holocausto,” organizações Judaicas substituíram a religião do “Holocausto.”

O pilar central desta religião, como eu costumo dizer, é “a câmara de gás mágica que, como uma miragem, é a imagem do irreal.”

Para retractar este “pilar central”, oficiais do Museu seleccionaram uma câmara de gás de despiolhamento falsamente rotulada como uma câmara de gás homicida. Apesar de ter sido projectada e construída pelos Alemães como instalações para proteger a saúde dos prisioneiros Judeus e não-Judeus, é-nos apresentada como um instrumento de tortura e assassínio desses detidos. Este cenário resume a fraude e a arrogância dos fanáticos da religião do “Holocausto”.

Chegou a altura para uma maior honestidade intelectual e equilíbrio mental relativamente à história da desgraça do povo Judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Os visitantes do novo Museu do Holocausto em Washington – especialmente os pagadores de impostos Americanos, sem os quais ele não existia – têm direito a exigir um relatório contabilístico a Mr. Berenbaum e aos seus amigos. Um recente artigo no Los Angeles Times foi mencionado na manchete “Sondagem revela que 1 em cada 3 Americanos Têm Dúvidas se Existiu Holocausto.” (20 de Abril de 1993) As dúvidas irão aumentar.

Uns dias depois da inauguração do Museu, Berenbaum revelou a um jornal: Vocês estão cercados pela morte [no Museu]. É como trabalhar numa sala de emergências ou numa mortuária. . . . Eu acabei como um analista de poltrona. (The Washington Post, 26 de Abril de 1993, p. B6.) Não está fora de questão que Berenbaum regresse às suas análises de poltrona quando ele entender as graves consequências do seu engano. O dia 22 de Abril de1993 era suposto ser uma data para a consagração da religião do “Holocausto” em solo Americano. Na realidade, esta data ficará na História como um sinal de uma vitória fora de série para os historiadores revisionistas.

Algumas duzentas pessoas reuniram-se em Washington, DC, a 22 de Abril para expressar a sua oposição ao Museu Americano em Memória do Holocausto.

Para concluir, gostaria aqui de prestar tributo àqueles revisionistas que contribuíram para a vitória neste ponto específico:

  • Primeiro, a Ahmed Rami, exilado em Estocolmo, que me permitiu publicitar o lançamento do “Desafio de Estocolmo” a 17 de Março de 1992;
  • A seguir, ao Institute for Historical Review na Califórnia do Sul que, desde 1979, tem, mais do que qualquer outra instituição no mundo, feito possível a publicação de livros, ensaios e artigos sobre o “Holocausto” de uma natureza erudita e muitas vezes ingrata, e isto apesar da repressão, perseguição e violência; este Instituto já organizou onze conferências em condições bastante difíceis e por vezes dramáticas, e, na realidade, providenciou o encontro nos subúrbios de Washington, DC, a 21 de Abril aonde fui capaz de renovar o meu Desafio de Estocolmo, desta vez no Museu Americano em Memória do Holocausto;[4]
  • Finalmente, a Ernst Zuendel de Toronto, sem o qual o revisionismo do “Holocausto” provavelmente ainda continuaria a lutar na obscuridade.

O meu pensamento vai também para os revisionistas Franceses que despenderam tantos esforços, entre eles uma pessoa em particular, que eu não posso mencionar o nome sem o colocar em perigo, que pode ser chamado o motivo principal do movimento revisionista em França.


Notas

[1] Serge Thion, Vérité historique ou vérité politique? (Paris: 1980), pp. 301-309.
[2] Nas páginas 140-144 do novo livro de Berenbaum, encontramos ingénuas figuras de gesso que supostamente representam, por ordem, vítimas na sala de substituição, na câmara de gás, e na sala de cremação num crematório de Auschwitz-Birkenau. Enquanto museus históricos (tal como museus militares e de guerra) tentam, normalmente, ilustrar o que realmente aconteceu usando modelos que são tão exactos e tão bem descritos quanto possível, estas figuras no livro de Berenbaum são apresentadas como uma espécie de cenário “celeste”. O texto explicativo está manchado de imprecisões, erros e coisas absurdas, e ele testemunha a urgente necessidade de fazer uma revisão que faça descer o número de alegadas vítimas de cada gaseamento, e o número de cremações diárias. Berenbaum faz uma discreta alusão a um modelo que os Comunistas Polacos construíram depois da guerra, e que é ainda exibido no Museu de Auschwitz (Bloco 4, segundo andar). Eu compreendo que uma réplica deste modelo possa ser mostrada no Museu de Holocausto em Washington. Se assim é, por que é que Berenbaum não a incluiu no seu livro? Talvez ele tenha aprendido que eu próprio usei frequentemente esse modelo para demonstrar a impossibilidade física das operações de gaseamento necessárias? Vejam, em particular, o meu vídeo “O problema das Câmaras de Gás” (1982), assim como o meu comentário, “Auschwitz em imagens”, dado no final da edição Francesa do livro de Wilhelm Stäglich, O Mito de Auschwitz (La Vieille Taupe, 1986, pp. 492, 507). Até J.-C. Pressac é céptico quanto a este modelo. (Auschwitz: Técnicas e Operações das Câmaras de Gás, pp. 377-378). Sintomaticamente, e de qualquer forma, ele não nos fornece a sua própria versão.
[3] Uma câmara de gás de despiolhamento com Zyklon B nunca poderia ter sido usada como uma câmara de gás homicida. A primeira pode funcionar de forma relativamente fácil, enquanto que a segunda é necessariamente muito complicada. A diferença de concepção entre estas duas disposições faz com que seja fácil a libertação do gás HCN da estrutura e das roupas depois do despiolhamento, em oposição à extrema à dificuldade em remover o gás da pele, membranas mucosas, e fluidos corporais de um cadáver. No primeiro caso, o gás HCN é removido da estrutura por ventilação de uma grande quantidade de ar quente, o que causa uma evaporação. Depois as roupas são colocadas algum tempo ao ar livre para que se liberte o restante gás. No segundo caso, não seria possível aquecer ou bater nos corpos. Uma autêntica câmara de gás homicida, das do género usadas nos EUA para executar criminosos condenados, é extremamente complicado. Para executar somente uma pessoa é tão complicado que dificilmente poderemos imaginar a espantosa sofisticação que as câmaras de gás Nazis teriam que possuir para executar não só uma vítima, mas centenas ou mesmo milhares ao mesmo tempo. Tais câmaras de gás ter-se-iam transformado em verdadeiros banhos de veneno, impossível de esvaziar. Ninguém, mesmo usando uma máscara de gás, poderia alguma vez sobreviver entrando em tal oceano de ácido cianídrico e fazer um esforço físico para remover os corpos, e limpar tudo para o próximo banho.
[4] No congresso, fiz também dois desafios adicionais: Primeiro: dêem-me o nome da pessoa que considera ser a melhor testemunha dos gaseamentos. Segundo: tornem públicos os documentos que continuam a manter secretos, particularmente os papeis do Dr. Mengele. (Existem cerca de 30 libras de papeis de Mengele, incluindo as suas memórias Fiat Lux – “Que Haja Luz” – no qual descreve a realidade de Auschwitz.)

Este ensaio foi traduzido para Inglês pelo editor do IHR Theodore J. O’Keefe. Traduzido da tradução inglesa por J. R. Drake. Original francês em Ecrits révisionnistes, IV,1999.

 

 

( Fonte: www.aaargh.codoh.info )

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